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58 mortos na tragédia de Pedrogão Grande

18/06/17 ATUALIDADE Imagem

Um novo balanço do incêndio que deflagrou no sábado em Pedrógão Grande, no distrito de Leiria, dá conta de 58 mortos, disse o secretário de Estado da Administração Interna, Jorge Gomes.

O número de feridos mantém-se nos 59.

Número pode subir já que há locais onde as autoridades ainda não conseguiram chegar. O fogo alastrou-se aos concelhos de Figueiró dos Vinhos e Castanheira de Pera, também no distrito de Leiria.

Entretanto o comissário europeu para a Ajuda Humanitária, Christos Stylianides, anunciou que a União Europeia (UE) está pronta ajudar Portugal, tendo já sido enviados aviões de combate a incêndios pelo Mecanismo de Proteção Civil europeu. "Numa resposta imediata a um pedido de assistência das autoridades portuguesas, o Mecanismo de Proteção Civil da UE foi ativado para providenciar aviões de combate a incêndios", disse o comissário, num comunicado.

Antess o comandante operacional da Proteção Civil nacional, Rui Esteves, disse que os meios de combate a incêndios enviados para Pedrógão Grande foram os adequados, mas as trovoadas secas eram imprevisíveis.

"Claramente os meios foram os adequados, tanto os meios terrestres como os meios aéreos. Aquilo que não foi adequado foi a incidência de várias ocorrências provocadas pelas trovoadas secas e claramente o vento forte", que fizeram com que o incêndio, que matou pelo menos 25 pessoas, "rapidamente" avançasse quilómetros em pouco tempo, disse Rui Esteves aos jornalistas, na Autoridade Nacional de Proteção Civil, em Oeiras, no distrito de Lisboa.

Rui Esteves sublinhou que, dada a dimensão que ganhou o fogo, os meios agora no terreno "não são os suficientes" e daí estarem a caminho cinco "grupos de combate a incêndios florestais" dos distritos de Évora, Setúbal e Lisboa.

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